“Não teria como expressar aqui nesse email tudo o que o Carnaval do ano passado significou para mim.
Quanta intensidade, quanto aprendizado, quanto contato comigo mesmo e com os outros.
Quantos laços se estreitaram. Quantos laços nasceram.
Quantas e que tamanhas emoções afloraram em mim. Sensações que eu mesmo desconhecia, nem imaginava estarem presentes em mim.
Como foi incrível descobrir um espaço absolutamente novo de intimidade entre as pessoas; de troca verdadeira; de suporte; de me fortificar. Quantas boas sensações guardadas aqui dentro.
Saudades do cheiro, da chuva, do sol, da piscina, da música, das festas, das trocas, das danças - dançar pelado na chuva !!! que delícia…
Gratidão a tanto suporte que recebi ali…”
Vishuda (Fernando S. - médico)
Que tal comemorar o carnaval de forma diferente? A Cia do Ser tem uma opção para você!
Esta vai ser com certeza uma bela experiência de autoconhecimento, investigação, mudança de hábitos, compartilhamento, alegria e êxtases. Trabalharemos com diferentes técnicas: Massagem, sensibilização, meditação, desinibição e compreensão da energia sexual como caminho do crescimento espiritual e individual. Muitas coisas devem ser apreendidas, não só sabidas, para mudar percepções e sentimentos negativos muito enraizados na nossa mente e nosso corpo.
Dias 13, 14, 15 e 16, numa pousada perto de São Paulo! Saiba mais aqui.
Ontem assisti ao filme Milk - A voz da igualdade. O filme trata os últimos 8 anos da vida de Harvey Milk, que durante este período passa a se dedicar à militância dos direitos dos homossexuais. Sempre com humor e inteligência, Milk desafia àqueles que não apenas se incomodam pela exposição dos gays na vida pública, mas tornam-se intolerantes e criam formas legais e barreiras preconceituosas para tornar a opção sexual um pretexto que justifique lhes abdicar direitos civis.
Fiquei pensando onde foi parar a vontade de lutar, reivindicar, expressar da nossa sociedade hoje. Nos últimos anos, com a globalização em pleno auge, crescendo exponencialmente através da tecnologia que derruba fronteiras geográficas e temporais; e a hegemonia capitalista/consumista como forma de viver a vida; tudo é absorvido pela própria globalização, por assim dizer. Sei bem, que o acesso às infomações e ao conhecimento, (e porque não à riqueza) são fruto da mesma moeda. Assim como o conforto e a resignação. O sentido da vida das pessoas deixa de ser questionar o modo de viver, o modelo de felicidade e as regras sociais. Morre se aos poucos, à cada não à sua espontaneidade, ao deixar de ser você mesmo… Passam a vida sem saber realmente quem são.
Por outro lado, grandes “lutadores” pelos direitos de minoritários, como Milk, ou mesmo questionadores sobre a ordem estabelecida, foram impedidos de continuar sua luta. John Lennon, Bob Marley, Martin Luther King, Osho, foram alguns cujo sentido da vida passou pela expressão de suas opiniões. E acender a chama do questionamento sobre a mediocridade da vida das pessoas. A revolução pela qual eles lutaram não se utilizou de armas de fogo ou de violência. Suas grandes armas foram a inteligência, o humor, a arte, e o amor. Nada mais perigoso para a nossa sociedade. Gosto de pensar que suas passagens por aqui não foram em vão. Infelizmente, diferente da maior parte da nossa população.
Para pensar. E, quem sabe, agir.
um beijo
Saananda
Este espaço destina-se a compartilhar histórias, depoimentos, sensações, insights e medos de pessoas que decidiram que amar é cuidar e permitir o crescimento uns dos outros